Daniel Oliveira

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Lagarde contra Lagarde. Cá vamos nós outra vez

Daniel Oliveira critica o aumento das taxas de juro como forma de conter a inflação e acusa Banco Central Europeu (BCE) de ter dado "o dito por não dito" e cedido à "pressão aos credores", recuando no que tinha afirmado meses antes. Ao subir as taxas de juro, Christine Lagarde propõe "acrescentar mais crise económica à crise económica que aí vem" - "uma decisão que será tão trágica quanto foi a da última crise", prevê o comentador na antena da TSF.

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Shireen Abu Akleh: Do lado errado, a liberdade de imprensa vale zero

Daniel Oliveira relembra o caso de Shireen Abu Akleh, uma jornalista da cadeia de televisão Al-Jazeera que morreu na semana passada enquanto cobria um ataque israelita na cidade de Jenin, na Cisjordânia ocupada. "Shireen Abu Akleh nasceu em Jerusalém numa família cristã-árabe. Viveu nos EUA e, por isso, tinha cidadania palestiniana e norte-americana. Depois de passar por vários órgãos de comunicação social, entrou para a Al-Jazeera, a mais prestigiada televisão internacional de informação em língua árabe e uma das mais relevantes em todo o mundo", começa por dizer o comentador no seu espaço habitual de Opinião na TSF.

Daniel Oliveira

OE: Duas verdades técnicas, duas mentiras políticas

Daniel Oliveira recupera as declarações de António Costa no início do debate do Orçamento do Estado 2022. Segundo o jornalista, o primeiro-ministro disse que "este Orçamento tinha sido referendado nas eleições" e "com os apoios sociais que garante ninguém pode dizer que seja um Orçamento de austeridade". No espaço de Opinião que ocupa habitualmente na TSF, o comentador considera que ambas as afirmações "são tecnicamente verdadeiras".

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Da Palestina ao Ruanda, os "nossos valores"

Mais uma vez, "Golias é oprimido por David": na Sexta-feira Santa, no momento em que os muçulmanos celebravam o Ramadão, a polícia israelita entrou na mesquita de Al-Aqsa, atacando os fiéis que acabavam as orações, resultando em 150 feridos. Mas o debate é o de sempre: "o único Estado que pode ter um exército, que tem instrumentos para punir a violência dos outros e apoiar a dos seus, que determina quem entra e quem sai, quem passa e quem não passa, é apresentado como vítima."