A "coragem" de lutar pelos direitos humanos. Escolha do Nobel da Paz elogiada

Ministro dos Negócios Estrangeiros João Gomes Cravinho destaca um sinal de reconhecimento de que não há paz se não houver respeito pelos direitos humanos.

O governo português felicitou a atribuição do prémio Nobel da Paz ao ativista bielorrusso Ales Bialiatski e às organizações russa Memorial e ucraniana Centro Para as Liberdades Civis.

Em Paris, no final de um encontro com a homóloga francesa, o ministro dos Negócios Estrangeiros João Gomes Cravinho referiu que se trata de uma escolha acertada, prova de que em contextos muito difíceis, o espírito e a coragem fazem toda a diferença.

"Foi com grande satisfação que acolhemos a notícia da atribuição do Prémio Nobel a Ales Bialiatski à ONG Memorial e à ONG Centro de Liberdades Cívicas, um bielorrusso, uma organização russa e uma organização ucraniana. O fio condutor entre os três é a coragem e o combate pelos direitos humanos."

"Não há paz sem respeito pelos direitos humanos. Essa é a fundação da Paz e a atribuição do Prémio Nobel demonstra que o Comité Nobel está atento a esta realidade e quis premiar com grande pertinência, com grande sentido de atualidade, três entidades que se tem destacado pela sua coragem, pela sua integridade e pelo combate intransigente de promoção dos direitos humanos e promoção da memória para que não haja impunidade e que não caiam no esquecimento a abusos que são cometidos."

No Twitter, a presidente da Comissão Europeia, destaca o reconhecimento da enorme coragem de homens e mulheres que se opõem à autocracia.

"Mostram o verdadeiro poder da sociedade civil na luta pela democracia (...) e ajudam a tornar o mundo um lugar mais livre", escreveu Ursula von der Leyen.

Notícia em atualização

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