Incêndio destrói "moais" da Ilha de Páscoa. Danos são "irreparáveis"

A ilha reabriu aos turistas há três meses, depois de ter estado encerrada durante dois anos devido à Covid-19. Agora, com o incêndio, voltou a fechar até que os prejuízos sejam avaliados.

Um incêndio na Ilha de Páscoa danificou as famosas estátuas de pedra gigantes, conhecidas como "moais".

"Quase 60 hectares (148 acres) foram afetados, incluindo alguns moais", disse Carolina Perez, subsecretária do Património Cultural, numa publicação nas redes sociais.

Já o autarca da Ilha de Páscoa afirmou que "os estragos causados pelo fogo são irreparáveis". No entanto, ainda não há qualquer relatório sobre os danos.

A Ilha de Páscoa, onde existem cerca de mil destas estátuas, fica a cerca de 3500 quilómetros da costa ocidental do Chile. A área em redor do vulcão Rano Raraku, Património Mundial da UNESCO, foi a mais afetada pelos incêndios, que começaram no início da semana.

Estima-se que várias centenas de "moais" estão localizados nesta área, mas não se sabe ao certo quantos terão ardido.

Este incêndio surge apenas três meses após a reabertura da ilha, que esteve encerrada aos turistas durante dois anos devido à pandemia de Covid-19. Agora, por causa do incêndio voltou a fechar até que os prejuízos sejam avaliados.

Antes da pandemia, a Ilha de Páscoa, cujo principal meio de subsistência é o turismo, recebia cerca de 160 mil visitantes por ano.

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