Médicos Sem Fronteiras relatam situação "catastrófica" em Mariupol

Além da falta de água, também não há eletricidade nem aquecimento e a comida está a acabar, "as lojas estão vazias".

A organização não-governamental Médicos Sem Fronteiras afirma que a situação em Mariupol é "catastrófica", "piora de dia para dia" e é "imperativo" retirar rapidamente a população ucraniana do Mar de Azove, uma região cercada pelo exército russo. Laurent Ligozat, o coordenador de emergências dos Médicos Sem Fronteiras na Ucrânia adianta que já não há água potável e que isso está a tornar-se um problema essencial.

Além da falta de água, também não há eletricidade nem aquecimento e a comida está a acabar, "as lojas estão vazias", descrevem os Médicos Sem Fronteiras, na cidade ucraniana de Lviv, citados pela AFP.

A Rússia lançou, na madrugada de 24 de fevereiro, uma ofensiva militar à Ucrânia e as autoridades de Kiev contabilizaram, até ao momento, mais de 2000 civis mortos, incluindo crianças. Segundo a ONU, os ataques já provocaram mais de 1,2 milhões de refugiados.

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas para isolar ainda mais Moscovo.

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