Moscovo abre inquérito a "ato de terrorismo" após alegada sabotagem de gasodutos

A procuradoria-geral russa sublinha que "a Federação da Rússia sofreu um grave prejuízo económico devido a estes atos".

Os serviços de informações russos (FSB) abriram um inquérito a um "ato de terrorismo internacional", depois da alegada sabotagem dos gasodutos Nord Stream no Mar Báltico, anunciou esta quarta-feira a procuradoria-geral russa.

Em comunicado publicado na sua conta na rede social Telegram, a procuradoria afirmou: "perto da ilha (dinamarquesa), ações intencionais foram cometidas para danificar os gasodutos Nord Stream 1 e Nord Stream 2 situados no fundo do Mar Báltico".

Acrescentou ainda que "a Federação da Rússia sofreu um grave prejuízo económico devido a estes atos".

Na sexta-feira, o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas vai reunir-se a pedido da Federação Russa, a propósito desta sabotagem, anunciaram hoje a Suécia e a França.

Objeto de todas as suspeitas por esta alegada sabotagem, a Federação Russa contra-atacou, ao reclamar hoje esta reunião do Conselho de Segurança e acusar os EUA pelo ocorrido.

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