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As ações da Galp estavam esta terça-feira a cair 6,55% para 9,45 euros, depois da petrolífera ter informado que podia registar "uma redução substancial na produção e fornecimento de gás natural liquefeito e líquidos de gás natural".
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Às 10h00, tinham mudado de mãos mais de dois milhões de ações da Galp, depois das mesmas terem encerrado a 10,11 euros na segunda-feira, com o valor das transações a atingir cerca de 20,5 milhões de euros.
À mesma hora, o PSI acentuava as perdas em relação à abertura e caía 0,72% para 5.386,78 pontos.
Num comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) depois do fecho da bolsa na segunda-feira, a Galp "informou que recebeu da Nigeria LNG Limited, o seu principal fornecedor de gás natural, um aviso de força maior com base nas vastas inundações que se verificaram na Nigéria, provocando uma redução substancial na produção e fornecimento de gás natural liquefeito e líquidos de gás natural".
De acordo com Galp, ainda "não foi disponibilizada qualquer informação que suporte a avaliação dos potenciais impactos do evento, que poderão, no entanto, resultar em perturbações adicionais de abastecimento" à petrolífera portuguesa.
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No seguimento, o Ministério do Ambiente e da Ação Climática veio dizer que "não existe neste momento qualquer confirmação de redução nas entregas de gás da Nigéria", afirmando ainda não haver "escassez no mercado".