Chega indica Diogo Pacheco de Amorim para vice-presidência da AR

André Ventura afirma que Diogo Pacheco de Amorim tem provas dadas "de presença democrática".

André Ventura divulgou, esta quinta-feira, que Diogo Pacheco de Amorim será o nome indicado pelo Chega para a vice-presidência da Assembleia da República.

"Passados dois anos e meio, os portugueses ditaram que o Chega ultrapassasse nas urnas partidos como o PAN, o BE, PCP e Iniciativa Liberal. Não nos deixaremos ficar e proporemos um nome para a vice-presidência da AR", afirmou.

Diogo Pacheco de Amorim é deputado do Chega eleito pelo círculo do Porto, coordenador da comissão política nacional e membro da direção nacional.

"É licenciado em Filosofia pela Universidade de Coimbra, foi dirigente em vários movimentos e partidos conservadores e liberais na economia. Foi assessor de Diogo Freitas do Amaral, fundador do CDS durante o primeiro Governo da aliança democrática, assessor de Ribeiro e Castro, jornalista e chefe de gabinete do grupo parlamentar do CDS entre 1995 e 1997. Tem provas dadas na vida, no seu percurso profissional e político, de presença democrática, no Portugal democrático e em vários partidos de natureza absolutamente democrática e inquestionável", explicou o líder do Chega.

O Chega apresentou-se a estas legislativas com um programa eleitoral que começava com o lema "Por um novo regime democrático: Deus, pátria, família e trabalho", recuperando a trilogia do salazarismo e acrescentando-lhe a palavra "trabalho".

O artigo 23.º do Regimento da Assembleia da República estabelece que "cada um dos quatro maiores grupos parlamentares propõe um vice-presidente e, tendo um décimo ou mais do número de deputados, pelo menos um secretário e um vice-secretário".

Nos termos do mesmo artigo, são "eleitos os candidatos que obtiverem a maioria absoluta dos votos dos deputados em efetividade de funções".

"Se algum dos candidatos não tiver sido eleito, procede-se de imediato, na mesma reunião, a novo sufrágio" para o respetivo lugar, sendo que, estando "eleitos o presidente e metade dos restantes membros da Mesa, considera-se atingido o quórum necessário ao seu funcionamento".

Já houve no passado nomes propostos para membros da Mesa que falharam a eleição, incluindo para o lugar de presidente da Assembleia da República.

LEIA AQUI TUDO SOBRE AS LEGISLATIVAS 2022

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