Fim dos cartazes no Marquês de Pombal. Ventura apresenta queixa contra Moedas no Ministério Público

André Ventura diz que Carlos Moedas está "a violar gravemente a lei dos partidos políticos" e a Constituição.

O Chega vai apresentar uma queixa no Ministério Público contra Carlos Moedas e a Câmara de Lisboa. A autarquia removeu os cartazes políticos do Marques de Pombal, justificando com "poluição visual".

André Ventura diz que Carlos Moedas está a utilizar os poderes enquanto autarca "de forma abusiva" e acusa o presidente da Câmara de Lisboa de uma "atitude populista".

"A Câmara Municipal de Lisboa decidiu, unilateralmente, retirar os cartazes. Configura uma atitude ilegal e abusiva do presidente da câmara que vamos levar à justiça. Vamos apresentar uma queixa contra a autarquia, mas também contra o próprio presidente por utilização abusiva do poder de autarca", anuncia.

O líder do Chega acrescenta que Carlos Moedas está "a violar gravemente a lei dos partidos políticos", assim como a Constituição.

Carlos Moedas "teve o cuidado" de avisar o presidente do Chega, por telefone, que os cartazes iam ser retirados. O partido respondeu, dizendo que "seria uma atitude ilegal", mas não tiveram qualquer resposta.

A autarquia definiu os cartazes junto ao Marquês de Pombal como "poluição visual" e deu dez dias, a partir de 12 de setembro, para os partidos retirarem os cartazes, "sob pena de serem aplicadas várias multas".

Esta quarta-feira, o presidente da maior autarquia do país publicou um vídeo mostrando o antes e o depois da retirada dos cartazes, concluindo que "Lisboa evolui".

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