Regime de remuneração excecional nas urgências "é um paliativo fundamental e essencial"

O Presidente da República explica que "o resto é muito mais vasto" e reconhece que vai ser necessário "um esforço" para dar resposta aos problemas que o país enfrenta.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, referiu esta segunda-feira que promulgou "o novo regime de remuneração excecional nas urgências", que considera "justo".

"Esta medida é um paliativo fundamental e essencial num domínio. O resto é muito mais vasto. Passa pela organização, pela capacidade de resposta em vários estruturas por todo o país. É uma medida adjuvante, ajuda e é justa, mas é evidente que vai ser um esforço", comenta o chefe de Estado português.

O Presidente da República revela que "haverá reajustamentos nas urgências para responder, não só aos portugueses, mas também ao turismo". Sobre possíveis dúvidas constitucionais relativas a esse diploma, Marcelo Rebelo de Sousa explica que se as tivesse, "pediria ao Tribunal Constitucional para o verificar".

Marcelo anunciou ainda que já respondeu ao pedido para receber André Ventura em Belém e que o encontro "foi marcado para esta semana". Quanto a uma data específica, a resposta não é tão concreta: "Isso eu não sei, já é um problema de calendário. Ou quinta, ou sexta-feira."

Questionado sobre o encerramento da esquadra da Polícia de Segurança Pública no Porto e a falta de efetivos nas forças de segurança, o Presidente da República recusou comentar, mas explicou que "tem falado com o ministro da Administração Interna", José Luís Carneiro.

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