Calor recorde em julho, fogo na Covilhã não dá tréguas e outros destaques TSF

Entre os destaques desta manhã está também o pedido de António Guterres para se suspender as operações militares junto de Zaporizhzhia. O secretário-geral da ONU apelidou qualquer ataque a centrais nucleares como "suicida".

A manhã informativa da TSF desta segunda-feira fica marcada pelos dados divulgados pelo sistema de satélites Copernicus relativamente à onda de calor verificada um pouco por toda a Europa, no mês passado. Julho de 2022 foi o segundo mais quente de sempre, com menos chuva e mais seca.

E por falar em seca, em Itália, foi revelada uma bomba não detonada da Segunda Guerra Mundial, que estava submersa num rio. Já no estado norte-americano do Nevada, devido à escassez de água, a relva vai ser completamente retirada.

Por cá, na Covilhã, mais de 600 operacionais combatiam, cerca das 10h00, um incêndio na localidade de Garrocho. Quase 200 viaturas e dez meios aéreos estavam a ser utilizados na luta contra as chamas.

Na ordem do dia está também o investimento e o fim das restrições nas forças de segurança. A PSP e a GNR vão protestar na tarde desta segunda-feira e o epicentro das reivindicações dos dirigentes sindicais é o final da quarta etapa da Volta a Portugal em bicicleta, em Viseu.

Destaque ainda para a polícia de Londres, que está a ser alvo de muitas críticas na sequência da detenção e revista de uma adolescente negra, numa escola. O caso foi tornado público em março, quando a jovem, de 15 anos, acusou as autoridades de a terem mandado despir, sem a presença de um professor ou dos pais. A comissária inglesa para as crianças pediu à polícia os dados dos últimos anos e disse que este não foi um caso isolado.

No que respeita à guerra na Ucrânia, o secretário-geral da ONU, António Guterres, apelidou qualquer ataque a centrais nucleares como "suicida" e pediu a suspensão das operações militares junto de Zaporizhzhia e a abertura da central ucraniana à Agência Internacional de Energia Atómica.

Por fim, um incêndio reduziu a cinzas a ponte Wan'an, construída há 900 anos durante a dinastia Song (960-1127) e considerada a ponte de madeira mais longa e antiga da China. O colapso da estrutura não causou vítimas.

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