Falha mecânica e inspeção por horas de voo na origem de paragem dos Canadair

"As máquinas também falham", lembra o segundo comandante nacional da Proteção Civil.

A paragem dos três Canadair que estiveram inoperacionais na quarta-feira deveu-se, num dos casos, a uma avaria mecânica e nos outros dois à necessidade de inspeção devido às horas de voo.

Em resposta às perguntas dos jornalistas num balanço sobre o incêndio que começou na Covilhã e que afetou também Manteigas, Gouveia e Guarda, o segundo comandante nacional da Proteção Civil, Miguel Cruz, confirmou que uma das aeronaves já regressou ao teatro das operações.

Miguel Cruz acrescentou que é preciso ter em conta que "as máquinas também falham" e que têm de ser feitos processos de revisão.

Foi esta última situação que sucedeu com duas das aeronaves - foram alvo de um processo de revisão de 50 horas de voo. "Houve apenas aqui o infortúnio de ter coincidido também com a situação de inoperatividade de uma destas aeronaves".

O responsável adiantou que a situação está "em vias de resolução" e garantiu também que não é o facto de estarem dois Canadair temporariamente inoperacionais que vai criar uma "situação mais complicada".

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