"Ninguém entra" em território da NATO, polémica com Marcelo "passou" e outros destaques TSF

Presidente da República avisa que o episódio da fuga de informação que revelou os nomes do novo Governo ficou registado.

O primeiro-ministro garante que, apesar da natureza defensiva da NATO, no território de países aliados "ninguém entra". À entrada para a cimeira desta quinta-feira, António Costa assinalou que a reunião "vale pelo momento" em que acontece e por servir para reafirmar "a unidade da aliança na defesa da paz".

O líder da NATO tem também uma mensagem para Putin: "Cometeu um enorme erro ao lançar uma guerra contra uma nação soberana."

Perante a aliança, o Presidente ucraniano pediu "ajuda militar sem restrições" que permita "salvar as pessoas" e as cidades.

Do Reino Unido há também novas críticas para Putin, com Boris Johnson a acusar o líder russo de já ter ultrapassado a "linha vermelha em termos de barbárie".

A reportagem da TSF em Odessa assistiu esta manhã a uma dupla vitória na cidade que pode ajudar a alimentar o espírito de quem tem vivido sob ameaça permanente nos últimos dias.

No café do pai de Sonya foi dia de festa. Ou melhor, foi dia de apagar uma vela posta num queque de chocolate. A menina de sete anos - os dentes não enganam - até fez um desenho para Kolia, o aniversariante. É mais um dia de guerra, mas houve um minuto para celebrar.

No rescaldo do episódio da lista de nomes do Governo, revelada ainda antes de o Presidente da República a ter conhecido, Marcelo Rebelo de Sousa assinalou esta manhã que registou o episódio, mas também o ultrapassou: "O que passou, passou."

Entretanto, e com Santos Silva apontado à presidência da Assembleia da República, há que garantir que alguém pode ocupar, ainda que interinamente, o seu lugar enquanto ministro dos Negócios Estrangeiros. Esse alguém será António Costa.

Marcelo Rebelo de Sousa explicou também que vai até Fátima esta sexta-feira para participar na consagração da Rússia e da Ucrânia e no "apelo à paz universal".

Esta quinta-feira é inaugurada, em Lisboa, uma exposição integrada nos 50 anos do 25 de Abril e que recorda as lutas estudantis dos anos 60 em Portugal. Artur Pinto, Maria Emília Brederode Santos e João Botelho partilharam com a TSF as suas memórias.

Há também, por todo o país, iniciativas para assinalar o Dia Nacional do Estudante.

Na ilha de São Jorge, a atividade sísmica continua "acima do normal" e, nas últimas horas, registaram-se 11 abalos. A hipótese de erupção continua em cima da mesa.

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